Arquivo do Autor para manifestoeuescolho

15
Ago
08

Chegou a hora da escolha!

15
Ago
08

Chegou a hora da escolha!

14
Ago
08

espírito de escolha

Em tempo de Jogos Olímpicos muitas escolhas são mostradas ao mundo. Os atletas a que por vezes nem damos atenção quando figuram nas televisões de nossas casas escolheram a superação, a vontade de vencer, a luta como única possibilidade de vitória. Escolheram ultrapassar limites.

Diversos exemplos são mostrados todos os dias. Uma passagem histórica é a figura da maratonista suíça Gabriele Andersen, em 1984, que mesmo contundida e exausta completou a maratona feminina dos jogos de Los Angeles.

Em 2004, nos jogos de Sidney, o nadador Eric Moussambani, da Guiné Equatorial, mostrou que a desistência não faz parte do espírito olímpico. Inscrito nos 100 m livre, o atleta não sabia nadar direito, só estava na Austrália porque a Guiné Equatorial não teve nenhum nadador com índice, e nesses casos, o Comitê Olímpico Internacional permite a presença do atleta que vencer uma seletiva nacional. Após metade da prova, desistiu do estilo crawl e nadou “cachorrinho” até completar o precurso, cerca de um minuto depois dos demais competidores da eliminatória. Foi aplaudido e virou ícone do espírito olímpico.

Também em Sidney, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima se tornou um dos maiores exemplos para o povo brasileiro. Depois de se manter em primeiro lugar até o 36º quilômetro, foi impedido de continuar por um fanático religioso irlandês. Mesmo assim, se levantou com a ajuda de expectadores e escolheu continuar a corrida. A medalha de bronze foi brasileira. Além disso, Vanderlei Cordeiro recebeu o mérito maior do Comitê Olímpico Internacional: a medalha Pierre de Coubertin, concedida a atletas que valorizam a competição olímpica mais do que a vitória.

Os atletas escolhem não desistir.

Escolha você o melhor caminho. A hora está chegando.

12
Ago
08

Freud e as escolhas conscientes

“O pensamento é o ensaio da ação”.

“A inteligência é o único meio que possuímos
para dominar os nossos instintos”.

Sigmund Freud

Além de um grande cientista e escritor, Sigmund Freud possui um título em comum com Darwin e Copérnico: o de realizador de uma revolução no âmbito humano. A idéia de Freud é de que somos movidos pelo inconsciente, e essa foi uma mudança que até hoje provoca discussões nos mais diversos campos de estudo, principalmente na área de humanas.

Freud era judeu na Áustria nazista e foi obrigado a fugir para a Inglaterra. Apesar de ser um excelente aluno, por ser judeu, teve que escolher entre os cursos de Direito e Medicina. A Medicina foi o rumo pelo qual optou, aquele que mudaria a história de Freud e a da humanidade.

Importante notar que as escolhas de Freud excederam barreiras geográficas e financeiras, já que ele sofreu durante toda a vida dificuldades monetárias, por exemplo. A pesquisa acadêmica foi a escolha para que se desse a oportunidade de revolucionar o estudo do comportamento humano e fosse intitulado o Pai da Psicanálise.

Escolher conscientemente também é uma opção, apesar de haver tantas outras influências em nossas escolhas. A liberdade é algo a ser conquistado com o trabalho. “Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa” (Freud).

Trabalhe na escolha certa. O momento está chegando.

11
Ago
08

Revo/luz/ação

“A mente que se abre a uma nova idéia
jamais volta ao seu tamanho original”.

Albert Einstein

“Sem a cultura, e a liberdade relativa que ela pressupõe,
a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva.
É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro”.

Albert Camus

Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça. Esse era o postulado básico seguido por Glauber de Andrade Rocha, um dos nomes maiores do Cinema Novo brasileiro. Era a virada dos anos 1950 para os anos 1960 quando vários jovens de formações e lugares distintos propuseram uma nova maneira de fazer cinema no Brasil.

A escolha feita por eles teve fundamento na vontade de negar o cinema de estúdios como o Vera Cruz, pensado por eles artificial e empolado, e de iniciar um fazer cinematográfico que “tomasse as ruas e fosse ao encontro da sociedade brasileira, incorporando novas formas de linguagem e renovando as questões estéticas e culturais do Brasil” (Paulo Cezar Saraceni).

“Nosso cinema é novo porque o homem brasileiro é novo e a problemática do Brasil é nova e a nossa luz é nova e por isso nossos filmes nascem diferentes dos cinemas da Europa” (G. Rocha)

“A colonização não se racha em Hollywood que pode contratar vários diretores brasileiros para trabalhar. Mas o importante não é fazer carreira pessoal. Importante é ter consciência. O fundamental é lutar para libertar o mercado nacional”. (G. Rocha)

Glauber Rocha, que também foi jornalista, foi o primeiro a alardear o nascimento desse cinema, quando saudou o nascimento de uma nova geração de cineastas num artigo para o Suplemento Literário do Jornal do Brasil. Rapidamente a idéia se espalhou e a efervescência cultural instalada mudou os rumos da cultura brasileira.

A liberdade com que Rocha escolheu trabalhar o levou a ser um dos mais reconhecidos cineastas do Brasil, tanto nacional quando internacionalmente. Vários foram os prêmios, por sinal. Alguns deles:
- Melhor Diretor, no Festival de Cannes, por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1968).
- Prêmio Fipresci, no Festival de Cannes, por “Terra em Transe” (1966).
- Melhor Curta-Metragem, no Festival de Cannes, por “Di Cavalcanti” (1977).
- Grand Prix, no Festival de Locarno, por “Terra em Transe” (1966).

Escolher novos rumos, novas linguagens frente ao já estabelecido, novas roupagens ao já habitual. Escolher é, acima de tudo, mudar, evoluir, revolucionar. Grandes homens fazem grandes escolhas e transformam o rumo da história.

Escolha transformar a sua.

09
Ago
08

mais um

Todos hoje na Bielle Club.

Mais uma empreitada pela liberdade de escolha.

Escolha fazer parte.

08
Ago
08

uma escolha por todos

“Liberdade significa responsabilidade.
É por isso que tanta gente tem medo dela”.

George Bernard Shaw

John Fitzgerald Kennedy foi um presidente, igual a todos os outros, de escolhas – principalmente quando nos referimos ao comando de uma nação como os Estados Unidos -. Grandes cargos exigem grandes escolhas. Apesar da semelhança, uma escolha em especial o fez entrar para a história e modificar o rumo de muitas vidas.

Foi durante a crise dos Mísseis em Cuba em 1962 que Kennedy mostrou ao mundo que já estava preparado para as escolhas que o poder demanda. Efetuou o embargo à Cuba e controlou a situação. Quanto à problemática da Guerra Fria e à iminência da guerra nuclear que se instalava, foi decisivo. Mesmo com muita pressão interna, escolheu não atacar a União Soviética e impedir os ataques que teriam matado milhares de pessoas.

Kennedy também foi o presidente que lançou o desafio de chegar à Lua e desenvolveu o Projeto Apollo. No famoso discurso em 1961, Kennedy lançou o desafio de “enviar homens à Lua e trazê-los de volta a salvo”.

Em um outro discurso, uma mensagem especial e que serve de exemplo: “Nós escolhemos ir à Lua. Nós escolhemos ir à Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque elas são fáceis, mas porque elas são difíceis”.

J. Kennedy escolheu ser um grande líder, um homem que pregava a liberdade. Dentro dos EUA, lutou pelas minorias, defendeu a população afrodescendente quando a tensão racial era forte.

São exemplos em meio à obscuridade da falta de posicionamento e do descuido com o ser humano. Exemplos de como e, principalmente, por que escolher ter atitude. Escolha você também.

07
Ago
08

manifesto – a missão

Novidades aqui.

Hoje, mais uma ação do Manifesto da Escolha.
O lugar da vez é o Square Bar.

Escolha fazer parte.

Até.

07
Ago
08

por que rui barbosa?

“Desde menino tive os bons livros
dos nossos mestres de linguagem
nas minhas mãos (…) E foi esta
a gramática que aprendi”.

Rui Barbosa

O dia primeiro de março de 2008 carregou os 85 anos da morte do pequeno grande homem. Alguém que ganhou importância e prestígio como orador, jurista, político, jornalista, escritor. Um grande defensor das liberdades civis, um incansável lutador. Por tudo isso, o povo brasileiro reconhece nele um dos pais da pátria, num culto permanente à memória e num estudo recorrente da obra do gigante.

Era um menino baiano de nome Rui que nasceu no dia 5 de novembro de 1849, cresceu e estabeleceu-se no suficiente 1,58 m e nos cabíveis 48 kg. De tão grande, tomou posição com os pés de número 36 contra o Imperador na Questão Religiosa, além de desencadear violenta campanha contra a Monarquia, em 1889, defendendo o Federalismo. Foi fundamental na elaboração da Constituição de 1891, a primeira da República.

Rui Barbosa escolheu debruçar-se nos estudos, na diplomacia, na luta e no orgulho de ser brasileiro. Foi alcunhado “Águia de Haia” pelo Ministro das Relações Exteriores, Barão do Rio Branco, na época em que representou o Brasil na Segunda Conferência Internacional da Paz, em 1907. Rui escolheu ser a voz do Brasil na defesa do princípio da igualdade entre os Estados soberanos e a resistência à depreciação da América Latina.

Escolheu ser um grande brasileiro e, acima de tudo, um grande homem universal.

06
Ago
08

Aguardem…

Amanhã, mais um manifesto.

Mais nos próximos posts.